Pró Moto On Road 11 - Novembro 2019

Edição número 11 da Pró Moto On Road, confira.

Pró Moto On Road 11 - Novembro 2019






 

EDITORIAL

Trabalhar na redação de uma revista especializada, pode ser algo incrível. 

E aqui, no nosso caso, sempre é. A cada edição contamos a história real do motociclismo nacional e internacional. Mas também acabamos por contar um pouco da nossa história pessoal. 

Quem mais teria a oportunidade de conhecer o desempenho de uma super máquina, como a Honda Gold Wing, em pleno ambiente off-road? algo que dificilmente um proprietário estaria disposto, foi uma necessidade para esta edição de novembro. 

O editor Rodrigo Wood buscava uma viagem por belíssimos visuais no interior de Minas Gerais, mais precisamente Diamantina, quando se viu obrigado a ultrapassar um trecho off-road dentro de um parque nacional. 

Aproveitou para fazer algumas fotos que evidenciam o DNA de uma motocicleta. Apesar do modelo em questão não ser utilizado no off-road, ele acaba herdando características vitais de uma marca que é dedicada às constantes evoluções. 

Assim somos nós, nossa vida se mistura com o motociclismo, com nossas paixões. Que seja assim, também com você, sempre!!! 

Boa leitura. 

 

 

 

Brasil terá equipe no GS Trophy International 2020

A sétima edição do GS Trophy International está chegando, e o time da BMW Motorrad está preparando nada menos do que 140 unidades (26 a mais do que a edição anterior) da aventureira BMW F 850 GS para participar do evento.

As motocicletas serão enviadas em fevereiro do ano que vem à Nova Zelândia, onde ocorrerá a competição fora de estrada para pilotos amadores, clientes e entusiastas da marca. A escolha do modelo de média cilindrada ocorre após um hiato de oito anos: antes disso, a BMW F 800 GS participou em 2008, 2010 e 2012.

A equipe representante do Brasil no evento terá quatro competidores (Marchioretto Filho, Felipe Hawerroth, Claudinei Costa Silva e Cleuci Agnew Ronzella) e foi definida após três etapas classificatórias e uma etapa final, que ocorreu no BMW Motorrad Days Brasil, em Socorro (SP), no mês passado.

Indústria segue em expansão

 

Dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – Abraciclo mostram que as indústrias instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM) produziram 92.894 motocicletas em setembro. O volume é 15,1% superior a setembro de 2018 (80.687 unidades).

 

De janeiro a setembro saíram das linhas de produção 836.450 unidades, correspondendo a uma alta de 7,5% na comparação com o mesmo período do ano passado (777.779 unidades). Em relação a agosto, que contou com um dia útil a mais, houve recuo de 19% (114.738 unidades).

A oferta de crédito continua a ser o principal motivo para o crescimento. Segundo Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo, este cenário, aliado a taxas de juros mais atrativas, faz com que muitos consumidores troquem suas motocicletas por modelos 0 km. "O que se observa é a motocicleta sendo utilizada cada vez mais como alternativa para a mobilidade flexível, econômica e eficiente nas cidades brasileiras, além de possibilitar a geração de renda para seu condutor”, explica.

Na análise do executivo, o mercado ainda deve se manter aquecido nos próximos meses em função de fatores sazonais, como o pagamento do 13º salário e a chegada do verão, além do lançamento de novos modelos durante do Salão Duas Rodas, programado para o período de 19 a 24 de novembro, no São Paulo Expo, em São Paulo (SP). "O Salão é o principal evento do Setor de Duas Rodas e costuma receber mais de 200 mil visitantes, atraindo compradores entusiastas, que sempre aguardam pelas novidades e querem experimentar e adquirir uma motocicleta nova”, diz Fermanian. 
Pelas projeções atuais da Abraciclo, as fabricantes de motocicletas deverão produzir 1.100.000 unidades no presente ano, o que representa uma alta de 6,1% na comparação com o volume de 2018 (1.036.788 unidades).

 

VENDAS NO ATACADO

Em setembro as vendas de motocicletas no atacado – das fabricantes para as concessionárias – somaram 95.282 unidades, correspondendo a um avanço de 24,2% em relação ao mesmo mês do ano passado (76.695 unidades) e queda de 9% na comparação com agosto do presente ano (104.649 unidades).

No acumulado do ano foram vendidas 816.064 motocicletas no atacado, volume 14,7% superior ao mesmo período de 2018 (711.644 unidades).

 

EMPLACAMENTOS

Em setembro, 87.719 motocicletas foram licenciadas no País, representando uma alta de 18,4% na comparação com o mesmo mês do ano passado (74.067 unidades), de acordo com a análise dos dados do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) feita pela Abraciclo. Em comparação com agosto (88.625 unidades), houve queda de 1%.

        Com 21 dias úteis em setembro, a média diária de vendas foi de 4.177 motocicletas. Esse foi o melhor desempenho para o mês desde 2015 (4.521 unidades/dia, que também teve 21 dias úteis). Na comparação com setembro de 2018 (3.898 unidades/dia, com 19 dias úteis), o crescimento foi de 7,2%. Na comparação com agosto do presente ano, a alta foi de 3,7% (4.028 unidades/dia, com 22 dias úteis).

Ainda segundo a análise dos dados do Renavam, de janeiro a setembro foram emplacadas 796.426 motocicletas no País, volume 14,4% maior ante as 695.928 unidades licenciadas no mesmo período do ano passado.

EXPORTAÇÕES

Em setembro foram exportadas 2.390 motocicletas, correspondendo a uma queda de 28,4% na comparação com o mesmo mês de 2018 (3.336 unidades) e de 33% em relação a agosto do presente ano (3.566 unidades). No acumulado de janeiro a setembro o volume exportado foi de 29.136 unidades, representando uma queda de 49% na comparação com o mesmo período de 2018 (57.131 unidades).

A Argentina foi o principal destino das motocicletas em setembro, segundo dados do portal de estatísticas de comércio exterior Comex Stat, que registra os volumes de embarques totais de cada mês, analisados pela Abraciclo. Foram embarcadas 1.942 unidades para aquele país, o que representa 58,6% do volume total  exportado. Na sequência, ficaram a Colômbia (602 unidades e 18,2% de participação) e os Estados Unidos (356 e 10,7%).

Nos nove meses do ano, a Argentina também foi o país que mais comprou motocicletas fabricadas no PIM. De janeiro a setembro foram embarcadas 14.274 unidades, o que representa 47,2% do volume total exportado. Em seguida, vieram os Estados Unidos (5.881 unidades e 19,5% de participação), seguidos pela Colômbia (4.021 unidades e 13,3%).

 

DESEMPENHO POR CATEGORIA NO ATACADO

A Street foi a categoria mais vendida em setembro, com 49.013 unidades e 51,4% de participação. Na sequência, vieram a Trail (19.005 e 19,9%), Motoneta (11.998 e 12,6%), Scooter (8.716 e 9,1%) e Naked (2.066 e 2,2%). 

Essas posições foram mantidas no acumulado de janeiro a setembro: Street (406.526 unidades e 49,8% de participação), Trail (163.153 unidades e 20%); Motoneta (121.941 unidades e 14,9%), Scooter (70.497 unidades e 8,6%); e Naked (18.895 unidades e 2,3%). 

As características básicas das motocicletas de cada categoria são estas:

Street – Motocicleta de baixa ou média cilindrada destinada ao uso urbano.

Trail – Motocicleta de baixa ou média cilindrada destinada ao uso misto, tanto em vias pavimentadas quanto em terreno não pavimentado.

Motoneta – motociclo underbone, destinado ao uso urbano, de baixa cilindrada e dotado de câmbio automático ou semiautomático.

Scooter – Motociclo de câmbio automático ou semiautomático, concebido para privilegiar o conforto.

Naked – Motocicleta sem carenagem, com motor propositalmente exposto e de alto desempenho, concebida para a utilização em terrenos pavimentados. Semelhante a uma motocicleta versão "Sport” sem a carenagem.

Big Trail – Motocicleta de média ou alta cilindrada destinada ao uso misto em terrenos pavimentados e não pavimentados.

Off-Road – Motocicleta de qualquer cilindrada destinada exclusivamente à utilização em pisos não pavimentados.

Custom  Motocicleta caracterizada por sua vocação para percursos de estrada, destacadamente os mais longos, chamadas de "estradeiras”, que não priorizam velocidade e, sim, conforto.

Sport  Motocicletas de cilindradas médias ou superiores com carenagem que privilegia a aerodinâmica e o alto desempenho.

Ciclomotor  Veículo de duas ou três rodas, provido de um motor de combustão interna, cuja cilindrada não exceda a 50 cm³.

Touring  Motocicletas usualmente de alta cilindrada concebidas para utilização em turismo e viagens de grandes distâncias.

 

DESEMPENHO DE SCOOTERS NO VAREJO

De acordo com dados do Renavam analisados pela Abraciclo, em setembro as vendas da categoria Scooter no varejo atingiram 7.307 unidades, volume 31,9% superior ao mesmo mês do ano passado (5.541 unidades) e 3,9% inferior ante agosto do presente ano (7.606 unidades).

Nos nove meses do ano foram licenciadas 65.702 scooters, significando uma alta de 27% ante as 51.727 unidades licenciadas no mesmo período do ano passado.

Governo anuncia mudanças na legislação do Recall

Entrou em vigor no mês de outubro a portaria conjunta dos ministérios da Infraestrutura e da Justiça para a criação do Serviço Nacional de Registro e Notificação de Recall de Veículos.

A portaria foi assinada em junho pelos ministros Tarcísio Gomes de Freitas e Sergio Moro com o objetivo de aprimorar o serviço de aviso a consumidores para substituição ou reparo de veículos após a sua entrada no mercado. Ela moderniza as regras, tornando mais eficiente a comunicação com os proprietários dos veículos.

Na prática, significa que as informações serão mais acessíveis e que chegarão até o atual dono do veículo, com menor burocracia, por meio digital.

Além disso, aqueles que possuírem cadastro atualizado no Portal de Serviços do Denatran serão também avisados pelo e-mail. Essas ações visam facilitar a comunicação com os donos de veículos para que os reparos sejam feitos o mais rápido possível e para que não ocorram acidentes.

Outra novidade da portaria interministerial, é a inclusão, em breve, do chamamento nos documentos físicos do veículo. A intenção é agilizar ainda mais o processo, que tem sido realizado por jornais, sites de notícias, rádio e televisão, e mais recentemente no aplicativo para smartphones Carteira Digital de Trânsito.

O Governo Federal também encaminhou uma proposta de subsídio para um projeto de lei que proíba a transferência do veículo que não estiver com o recall regularizado.

Vinicius Melo, especialista em recall de carros e fundador do app Papa Recall aproveitou o momento para destacar pontos importantes para o motorista nesse momento:

1 – Segurança no trânsito

Um carro em circulação que tenha defeito de fábrica é praticamente uma bomba-relógio que pode trazer graves consequências. Quando menos se espera, o problema pode colocar em risco a segurança do dono do veículo, dos passageiros e de todos aqueles que estejam próximos em ruas e rodovias pelo Brasil afora.

2 – Preservação do patrimônio

Como o recall é um defeito de fabricação em que o conserto é feito pela própria fabricante, é uma estratégia para evitar a desvalorização do automóvel e, evidentemente, deixá-lo com a manutenção em dia.

3 – É um direito gratuito dos motoristas

Por não ser um problema decorrente do uso ou da idade, é um direito garantido por lei no Brasil e o procedimento é totalmente gratuito. O único dever do proprietário é levar o veículo para que a correção seja feita.

4 – Desenvolver o hábito de manutenção do veículo

As pessoas precisam entender a importância de levar o veículo à oficina no momento certo e seguir o manual do fabricante, ao invés de se preocupar apenas quando o problema já aconteceu, muitas vezes no meio da rua.

5 – Juntos por um trânsito melhor

Muitos desconhecem que o carro precisa passar por recall, outros justificam a falta de tempo e alguns culpam até os vendedores das concessionárias por não terem informado antes, desconhecendo que o recall pode ser realizado bem depois disso. O fato é que é dever do motorista saber as condições do carro e cuidar para que ele não traga problemas no futuro. O recall é a possibilidade para se informar mais e realizar os ajustes necessários para garantir a melhor experiência possível para todos.

Sobre Papa Recall:

Lançado em 2019, o Papa Recall é um aplicativo que informa e alerta os motoristas a respeito de uma importante questão no setor automotivo: o recall. Ele funciona de forma simples: o usuário faz o download em seu smartphone, cadastra seu carro e automaticamente será informado se há recall pendente ou se a fabricante fizer o chamamento do modelo e versão de seu automóvel. Dessa forma, a pessoa reduz o risco de acidentes e evita que uma frota significativa de veículos com defeitos de fábrica circule diariamente por ruas e rodovias do país.

Ações educativas alertam motociclistas

A CCR RodoAnel realizou ações educativas voltadas aos motociclistas no trecho oeste do Rodoanel.
A iniciativa aconteceu próximo à interligação com a rodovia Regis Bittencourt, em Osasco. As campanhas foram realizadas em conjunto com a Polícia Militar Rodoviária, com apoio da ARTESP (Agência de Transporte do Estado de São Paulo).

A equipe de tráfego da concessionária distribuiu material impresso com dicas e orientações com foco na orientação sobre os cuidados com a segurança e respeito às leis de trânsito. Os pilotos foram alertados sobre os limites de velocidade e proibição de tráfego no corredor e acostamento das rodovias. 

Outras recomendações importantes, referentes aos cuidados com os itens de segurança pessoal, incluindo a obrigatoriedade de uso do capacete, além da necessidade de outros equipamentos de proteção, como calçados apropriados, luvas e aplicação de material refletivo no capacete e jaqueta, especialmente para quem dirige à noite.

Os profissionais da CCR RodoAnel também chamaram a atenção dos motociclistas para a revisão frequente das motos, com ênfase para os pneus, freios, farol, lanterna e corrente. 

 

NOVIDADES JARVA RACING


Capacete MT Revenge Naked Matte (Fosco): https://onroad.jarva.com.br/equipamentos/capacete-mt-revenge-naked-matte-fosco

 


Camisetas Wide Open: https://onroad.jarva.com.br/index.php?spsr=product/search&filter_name=camiseta%20open%20wide


Pedaleira para Descanso Start para Suzuki DL650 V-Strom 07/19 (Adaptável para Protetor de Motor S305): https://onroad.jarva.com.br/pecas/pedaleira-para-descanso-start-para-suzuki-dl650-v-strom-07-18-adaptavel-para-protetor-de-motor-s305


Corrente JDR 530UX 120 Links Gold com Retentor (Street) (Para Motos até 1000cc): https://onroad.jarva.com.br/pecas/corrente-jdr-530ux-120-links-gold-com-retentor-street-para-motos-ate-1000cc

 

Aviso de Recall: Motos BMW

 

A BMW do Brasil convoca os proprietários dos modelos BMW G310R, fabricados entre 6 de abril de 2017 e 4 de julho de 2019, e do modelo G 310 GS, fabricados entre 26 de outubro de 2017 e 8 de agosto de 2019.

 

Devem entrar em contato com um concessionário autorizado BMW para agendar a verificação e, caso necessário, a substituição temporária das pinças de freio dianteiro e traseiro. Os serviços de verificação e troca dos componentes são gratuitos.

Verificou-se que em determinadas condições de utilização em ambientes específicos com maior exposição à salinidade, pode ocorrer corrosão nas pinças de freio das motocicletas em questão, levando em algumas situações à restrição na movimentação dos êmbolos das pinças de freio, podendo assim, causar perda de eficiência de frenagem, não se descartando a possibilidade de acidentes fatais ou de acidentes que resultem em danos físicos e/ou materiais aos ocupantes e terceiros.

O procedimento se faz necessário, pois verificou-se que algumas das motocicletas indicadas, em determinadas condições de utilização, em ambientes específicos com maior exposição à salinidade, podem sofrer corrosão nas pinças de freio. Isto pode levar, em algumas situações, a uma restrição na movimentação do êmbolo das pinças de freio e podendo causar perda de eficiência de frenagem, não se descartando a possibilidade de danos físicos e/ou materiais ao condutor, aos demais ocupantes do veículo e a terceiros.

A BMW do Brasil destaca ainda que, até o presente momento, não tem conhecimento de nenhum acidente no Brasil envolvendo os veículos da marca BMW, objetos desta campanha de recall, por consequência de falha de funcionamento das pinças de freio dianteiro e traseiro.

O recall envolve 4574 motocicletas BMW de fabricação nacional. Os códigos de chassis não-sequenciais afetados são:

 

Os atendimentos podem ser agendados imediatamente e tem duração estimada de duas horas e 30 minutos.
Além disso, a BMW está em processo de desenvolvimento de peças definitivas a serem implementadas nas motocicletas e, assim que tais peças estiverem disponíveis, fará um novo chamado para que os consumidores possam agendar gratuitamente a instalação da nova peça.
Para obter mais informações sobre este recall, acesse www.bmw-motorrad.com.br e clique nas opções "Serviços e Acessórios”, "Recall” e "Consulta de Recall”, ou entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente BMW, exclusivo para recall: 0800 019 7097, de segunda a sexta-feira, das 8h às 19h.

Motos customizadas de altas cilindradas

Se as motocicletas são uma paixão, personalizá-las é tornar o objeto de desejo e admiração uma extensão de si mesmo. Por isso, muitos investem alto para ter uma moto superpotente.


Mas, essa intervenção requer alguns cuidados especiais, como o uso de baterias que se adaptem facilmente a essas alterações e que também sejam potentes.

Celio Dobrucki, que é referência nacional em customização de motos e conhecido como um dos maiores customizadores de Curitiba (PR), conta que usa as baterias norte-americanas Motobatt, 20% mais potentes que a média do mercado. 

"Elas são muito práticas para se adaptar às motos modificadas, porque, apesar de possuírem tamanho igual ao das outras baterias, têm alguns encaixes que as deixam maior. Além disso, possuem quatro polos, o que permite utilizá-las em vários ângulos”.

Celio cresceu no meio de tintas e ferramentas e, desde cedo, esteve em contato com o universo dos veículos motorizados, pois seu pai tinha uma oficina de reparos de carros. Nos anos 1990, ainda jovem, decidiu comprar uma moto de alta potência, mas não tinha dinheiro para comprar um capacete novo, então decidiu pintar um antigo. Depois, começou a fazer isso profissionalmente em capacetes destinados a corridas.

Em 1996, a Harley Davidson, recém-chegada em Curitiba, pediu para Celio realizar uma pintura exclusiva em uma moto deles. Ele gostou tanto que, em 1999, abriu uma oficina de mecânica e customização especializada em motos da marca.

De lá pra cá, já customizou dezenas de Harleys e há dois anos e meio está usando as baterias Motobatt:

"Uso nas motos customizadas e também nas normais e até hoje estão funcionando perfeitamente. É uma excelente bateria, potente, adaptável e ideal para as motos de alta cilindrada”, afirma.

Rio de Janeiro retorna ao calendário da MotoGP

Depois de 15 anos de espera após a última prova no antigo autódromo de jacarépaguá/RJ, desde 2004 a principal categoria da motovelocidade mundial não vem para o Brasil. Em primeiro lugar pela falta de um circuito que seja aprovado pela confederação mundial de motociclismo no país, em segundo lugar pela falta de foco de nossos políticos em trazer de volta a categoria, já que no Brasil tem muitos fãns e adeptos desta modalidade.

O novo circuito será construido em parceira do estado do Rio de Janeiro com o governo federal que fará o investimento na cidade de Marechal Deodoro para entrar no calendário mundial da MotoGP.

Segue a foto da região antes da construção do novo autódromo:

  

Como Interlagos é uma pista propensa pra carros e já realiza provas da F1, agora é a vez do Rio se consolidar como a capital da motovelocidade com a construção deste novo autódromo que servirá para fomentar o mundo da motovelocidade e valorizar as novas gerações que farão bom uso deste novo espaço.

O prefeito Marcelo Crivella comemorou o retorno da categoria à cidade e disse que após a confirmação da MotoGP para o Brasil, este representa um grande avanço para o desenvolvimento da região e do estado.



"A construção da pista de Deodoro é um projeto espetacular, com um investimento extraordinário que irá gerar 7.000 empregos e fará o Rio recuperar o papel de liderança em grandes competições. Vamos levar o desenvolvimento para uma região da cidade com muitas necessidades, que é a Zona Oeste, e estimular o turismo. Tudo isso sem a cidade colocar um centavo no projeto, já que todo o investimento será de responsabilidade da concessionária Rio Motorsports”.

O Italiano Valentino Rossi foi o maior vencedor nas provas da MotoGP que aconteceram no Brasil, em 2001 quando estava no seu auge, ele ganhou a etapa Cinzano Rio no autódromo internacional Nelson Piquet se sagrando campeão mundial daquele mesmo ano.


 

Os 10 anos da tecnologia Flex

A Honda completa 10 anos de aplicação da tecnologia flex em motocicletas, inciativa inédita no setor, mundialmente
. O projeto, desenvolvido no Japão com participação de engenheiros brasileiros, teve como objetivo a criação de um motor com o menor impacto possível ao meio ambiente. O etanol é um combustível de fonte natural, renovável e disponível em grande escala no Brasil, além disso, durante seu crescimento, a cana de açúcar absorve da atmosfera o dióxido de carbono necessário para o processo de fotossíntese. 

O motor flex para motocicletas foi desenvolvido especialmente para o mercado nacional. A tecnologia está presente em oito motocicletas (Biz 125, CB 250F Twister, CG 160 Titan, CG 160 Fan, CG 160 Cargo, NXR 160 Bros, XRE 190 e XRE 300), que representam um grande volume de motocicletas produzidas anualmente. 

Desde 2009, quando a tecnologia foi implantada, mais de 6 milhões de unidades FlexOne já saíram da linha de produção da fábrica de Manaus (AM). 

"A Honda foi pioneira em apresentar ao mercado essa importante inovação tecnológica, que teve uma excelente aceitação dos brasileiros. As motocicletas flex colaboram com os esforços da marca para a concretização de uma sociedade livre de emissões de CO2”, afirma Alexandre Cury, Diretor Comercial da Moto Honda da Amazônia. 

Funcionamento do motor flex 

O sistema flex possui um módulo de controle eletrônico, denominado ECM (Engine Control Module, na sigla em inglês). Interligado a sensores que monitoram o funcionamento do motor, ele determina o tempo ideal de injeção de combustível. 

Há ainda um outro sensor que mede a quantidade de oxigênio resultante da combustão. Assim, o módulo identifica qual combustível está sendo utilizado, baseado em quatro mapas pré-programados de funcionamento: etanol, gasolina, maior proporção de etanol do que gasolina e, por fim, maior proporção de gasolina do que etanol. 

Com essas informações, o ECM comanda o injetor de combustível a trabalhar com a quantidade correta de combustível. 

Quando o consumidor opta pelo uso do etanol ao invés do combustível fóssil, ajuda a reduzir em até 90% a emissão de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, além disso o motor flex desenvolvido pela Honda libera 10% menos monóxido de carbono.

PCX 150 2020

A scooter campeã em vendas do mercado brasileiro
completa um ano da sua mais ampla e bem sucedida atualização técnica e estética.

Qualidades aperfeiçoadas e a manutenção dos diferenciais que a destacaram no panorama do segmento marcam o projeto desta 3ª geração. Para 2020, a grande novidade é a introdução da PCX 150 ABS, versão de entrada que se somará à PCX 150 CBS como as mais acessíveis scooters da família. PCX 150 DLX ABS e PCX 150 Sport ABS, modelos mais sofisticados, trazem novas cores e grafismos. 

Sumário: 
1. Introdução 
2. Generalidades do modelo 
3. Características principais 
4. Preço, cores e garantia 
5. Especificações técnicas 

 

1. Introdução 

Apresentada aos brasileiros em meados de 2013, a scooter Honda PCX 150 imediatamente conquistou a liderança no segmento, mas não só: de fato, foi através da PCX que as scooters se tornaram verdadeiramente populares em nosso país, trazendo novos usuários para o mundo das duas rodas e também conquistando fãs de outros segmentos. 

Hoje, após seis anos de mercado e nada menos do que 165.876 unidades produzidas (até setembro de 2019), o panorama é claramente favorável ao segmento das scooters, um dos que mais cresce atualmente no Brasil. Entre os donos de PCX há motociclistas de todos os tipos, desde iniciantes que entenderam ser este o vetor ideal para os "primeiros passos" ao guidão de um meio de duas rodas motorizado como motociclistas experientes, fascinados pela praticidade e excelência do modelo em termos de performance global. 

Veículo para o dia-a-dia? Prática opção de deslocamento para deixar a supermoto na garagem esperando o lazer do final de semana? Sábia alternativa ao automóvel para melhorar a qualidade de vida, escapando das horas preso em engarrafamentos? A PCX é tudo isso, e mais um pouco. 

São quatro as versões 2020 da PCX: às mais requintadas PCX 150 Sport ABS e PCX 150 DLX ABS e a versão "porta de entrada" no mundo PCX, à PCX 150 CBS se junta a PCX 150 ABS, que traz a opção da frenagem assistida eletronicamente na roda dianteira a um modelo de preço contido, pouco superior ao preço da PCX 150 CBS Standard. 

2. Generalidades do modelo 
Quando a Honda PCX foi lançada na Europa a recepção ao modelo foi mais do que positiva. Imediatamente a nova scooter escalou o ranking das vendas, superando modelos que há anos eram as preferidas dos clientes do continente que é considerado a pátria deste tipo de veículo. 

O namoro dos europeus com as scooters vem de longa data, e a boa aceitação da PCX neste exigente mercado mostrou que a Honda, mais uma vez, "acertou a mão", oferecendo um produto tecnicamente superior, de excelente dirigibilidade e com um design alinhado às expectativas de múltiplos usuários. 

Um destaque que certamente não passou despercebido foi o motor monocilíndrico de nova geração e baixo índice de atrito, dotado do sistema eSP (enhanced Smart Power), exclusivo dispositivo que reduz a rotação do motor automaticamente quando em aceleração constante em terreno plano. 

A parceria entre o sistema eSP e a transmissão CVT resultou, na prática, em funcionamento mais suave do motor, economia de combustível e maior durabilidade do conjunto mecânico. 

Outro diferencial técnico dos PCX é o Idling Stop System, ou ISS. Tal dispositivo, acionado através de uma tecla no punho direito do guidão, promove o desligamento automático do motor em situações como paradas em semáforos. Basta acionar o acelerador para que a partida seja dada, automaticamente e de forma imediata. Tal tecnologia, pioneira no Brasil no âmbito de veículos de duas rodas, colabora para a preservação do meio ambiente pela redução de emissões e maior economia de combustível. 

A parte ciclística da PCX sempre foi um elemento de destaque pela agilidade e facilidade de condução proporcionada. O conjunto chassi e suspensões recebeu importantes mudanças nesta que é a 3ª geração do PCX. 

Para oferecer ainda mais conforto ao condutor e passageiro, um novo par de amortecedores traseiros foi desenvolvido. Além de um novo ajuste na parte hidráulica e carga das molas -- reguláveis em três posições --, os pontos de fixação superiores no novo chassi tubular de aço foram deslocados à frente, aperfeiçoamento que aumentou a suavidade do funcionamento da suspensão traseira sem prejudicar sua eficiência. 

Outra importante evolução foi no âmbito da frenagem: o sistema ABS -- Antilock Brake System --, que impede o travamento da roda dianteira em frenagens abruptas, agora equipa não apenas as versões "top" PCX 150 DLX e PCX 150 Sport, como também uma versão de preço mais acessível. Todas as PCX dotadas de ABS contam com freio a disco na roda dianteira e traseira, ambas de 14 polegadas. 

A mais acessível das versões da PCX preserva o consagrado sistema de freios CBS (Combined Brake System), com disco na dianteira e tambor na traseira, adequado para condutores novatos pela ação do freio em ambas rodas através de um único comando, a manete da esquerda. 

Às qualidades técnicas das PCX é necessário acrescentar também os elementos de praticidade que conquistaram a admiração dos usuários, tais como o amplo compartimento sob o assento, o moderno painel de fácil visualização e informações plenas e a proteção oferecida pela carroceria, que inteligentemente envolve pés, pernas e parte do tórax do condutor, protegendo-o de chuva, poeira e desviando o vento de modo a garantir uma condução relaxada, confortável e segura. 

 


3. Características principais 

3.1 Motor & chassi 
Gerador/motor de partida ACG tipo "brushless" Sistema enhanced Smart Power (eSP) -- que otimiza o uso da potência Transmissão CVT (V-Matic) Idling Stop System (ISS), que deliga e religa o motor automaticamente Novo chassi tubular de aço com amortecedores traseiros reposicionados Frenagem ABS na dianteira, discos de freio em ambas rodas (três versões) Frenagem CBS -- disco/tambor -- na versão standard Destaque técnico das PCX é o motor de 149,3 cm3, monocilíndrico SOHC (Single Over Head Camshaft), 4 tempos, com injeção eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection), arrefecido a líquido e com transmissão automática continuamente variável CVT (V-Matic). A potência máxima é de 13,2 cv a 8.500 rpm e torque máximo de 1,38 kgf.m a 5.000 rpm. 

Uma característica do motor das PCX é o sistema de arrefecimento a líquido dotado de ventoinha de refrigeração para o radiador, o que permite fluxo de ar constante, que independe do movimento. Seja no para e anda do trânsito pesado ou rodando em vias mais livres, este padrão de refrigeração constante oferece uma estabilidade térmica ideal, o que favorece a durabilidade e menor consumo de combustível e lubrificante. 

A atuação do sistema eSP colabora para reduzir a rotação do motor quando detectado o regime da aceleração contínua em terreno plano, permitindo assim que a transmissão CVT atue como uma espécie de "overdrive", espécie de marcha longa voltada à redução de consumo e estresse mecânico. 

Nas paradas superiores a três segundo o dispositivo Idling Start System -- ISS (quando acionado), desliga o motor visando menor consumo e emissão de poluentes. A ação sobre o acelerador religa o motor instantaneamente. Mesmo quando a tecla do sistema Idling Stop estiver acionada, o sistema só atuará se a carga da bateria estiver dentro de um padrão adequado. 

Um diferencial técnico relevante da PCX é o gerador/motor de partida ACG tipo "brushless", posicionado na ponta do virabrequim, e que atua como elemento fundamental no funcionamento do sistema ISS: além de alimentar a bateria durante o funcionamento do motor, se encarrega de posicionar o pistão para promover a rápida partida quando o Idling Start System estiver ativo. 

Aperfeiçoamentos importantes também visaram a parte ciclística desta 3ª geração da Honda PCX150. O funcionamento da suspensão traseira foi aprimorado através do novo par de amortecedores, com três estágios de regulagem nas carga das molas e nova calibração da parte hidráulica. Além desta melhoria no conjunto de amortecedores, houve a modificação de seus respectivos pontos de ancoragem, possível graças à adoção de um novo chassi de berço duplo. A alteração no ângulo de funcionamento dos amortecedores reguláveis não acarretou perda de eficiência e nem de curso livre da suspensão. 

Outra característica positiva ante às PCX pioneiras é o incremento na dimensão dos pneus, agora mais largos tanto na dianteira como na traseira, com medidas de 100/80-14 na dianteira e 120/70-14 na traseira. Tal melhoria foi complementada por rodas de oito raios, mais leves. 

3.2 Design & aspectos práticos 
Painel com display Blackout Farol, DRL (Daytime running lights) e lanterna traseira em LED Compartimento sob o assento de 28 litros de capacidade Smart Key System -- chave presencial (Todas as versões PCX 150 ABS) O trabalho dos designers ao criar esta 3ª geração das PCX teve como objetivo manter a identidade do modelo mas, ao mesmo tempo, modernizá-lo. Tal missão foi plenamente atingida, como mostra o impactante grupo ótico dianteiro, dotado da tecnologia de iluminação por LED e a presença da DRL -- Daytime Running Light, as luzes de rodagem diurna. A lanterna traseira, também iluminada por LED, traz desenho característico que permite identificação imediata desta nova safra da PCX. 

O display tipo Blackout é protagonista do painel de instrumentos, favorecendo a leitura das múltiplas informações disponíveis qualquer que seja a condição de visualização, noturna ou diurna. Tal equipamento, associado ao acabamento primoroso das superfícies pintadas e cromadas, que dão à PCX, qualquer que seja a versão, um elevado padrão de qualidade percebida. 

A praticidade é, seguramente, um fator indissociável de qualquer scooter. Nas PCX tal qualidade alcança um patamar superior. Fator positivo desta nova geração das PCX é a mola que mantém o assento em posição aberta enquanto objetos são acomodados no compartimento sob o banco, recordista em capacidade (28L) em sua categoria. O prático sistema de abertura do banco se dá através de tecla situada ao lado do botão de partida, tecla esta que também aciona a abertura da tampa que encobre o acesso ao reservatório de combustível (8 litros), entre as amplas plataformas para os pés do condutor. 

No lado esquerdo do escudo frontal, um compartimento com portinhola dispõe de tomada de força de 12V e é capaz de abrigar um smartphone, uma pequena garrafa ou outros objetos de pequeno volume. 

Nas versões PCX Sport e PCX DLX, o Smart Key System é equipamento padrão: trata-se de sensor presencial, cujo porte dá acesso automático ao destravamento do botão de partida e tecla de acesso ao compartimento sob banco e tanque de combustível. Nos demais modelos da PCX, o acesso à ignição ocorre por chave que comanda o dispositivo antifurto Shutter Key. 

 


4. Preço, cores, garantia 
As Honda PCX 150 2020 chegam às concessionárias de todo o Brasil em novembro de 2019. Abaixo, as cores disponíveis para cada uma das quatro versões e seus preços sugeridos (base Estado de São Paulo): 

  • PCX 150 CBS: R$ 11.990,00, nas cores cinza metálico e azul escuro perolizado 
  • PCX 150 ABS: R$ 13.190,00, na cor cinza metálico 
  • PCX 150 Sport ABS: R$ 13.590,00, na cor prata metálico
  • PCX 150 DLX ABS: R$ 13.590,00, na cor branco perolizado

 

GoldWing pelo Caminho dos Diamantes

Dessa vez estive pela região de Diamantina/MG, o famoso caminho do Diamante pela Estrada Real, uma região rica em cultura e belezas naturais. 

Saímos de Indaiatuba-SP com destino ao distrito de São Gonçalo do Rio das Pedras, que pertence ao município de Serro-MG. A bordo da Honda GoldWing percorremos por 13 horas dentre rodovias, ruas de pedra e estradas de terra até chegar no pequeno vilarejo. 

Nos hospedamos na Pousada Refúgio dos 5 Amigos, um antigo casarão que traz uma experiência de hospedagem bem agradável. 



Durante os dias que ficamos na região, visitamos:

· Cachoeira da Grota Seca, situada no vilarejo de São Gonçalo do Rio das Pedras, é uma caminhada de mais ou menos 1 hora e vale o esforço, o poço é delicioso para se banhar e o visual é lindo, e não paga nada pra ir. 

· Parque Estadual do Rio Preto, localizado no município de São Gonçalo do Rio Preto. O principal passeio só pode ser feito com guia, com saídas ás 8,9 e 10 horas da manhã, se você chegar depois desse horário esquece. Paga-se uma taxa de R$20,00 para entrar e o guia você não precisa pagar. Lá tem uma boa estrutura com camping e chalé para você passar a noite. 

· Parque Estadual do Biribiri, é uma área que fica em Diamantina-MG e possui passeios maravilhosos, um lugar que a única estrutura que possui é a portaria e não é cobrado nenhuma taxa para visitar. 

Além de todos os lugares exuberantes, o que levamos são as amizades, pessoas de coração aberto e dispostas a fazer sempre o bem! 
 

 

Curtiu o vídeo acima? Confira a seguir mais fotos dessa aventura. 

Pirelli fecha com Mundial de Superbike até 2023

A Pirelli foi confirmada pela Dorna WorldSBK Organization como fornecedora oficial de pneus para todas as categorias do Campeonato Mundial de Superbike MOTUL FIM até o fim da temporada 2023
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De acordo com o promotor e organizador da competição e com a FIM, a Federação Internacional de Motociclismo, a empresa italiana de pneus estendeu, conforme as condições contratuais, o atual contrato de fornecimento, que iria expirar em 2020, por mais três temporadas.

A Pirelli, em acordo com a Dorna e a FIM, também anuncia que, a partir de 2020, todas as categorias do Campeonato WorldSBK usarão exclusivamente pneus slicks DIABLO™ Superbike. Isso significa que, a partir da próxima temporada, WorldSSP e WorldSSP300 e a recém-nascida Yamaha R3 bLU cRU European Cup também terão a tecnologia e o desempenho máximos oferecidos pelo principal produto da linha Pirelli, que substituirá o pneu DIABLO™ Supercorsa SC usados ​​nessas classes.

Roberto Righi, vice-presidente executivo comercial Moto & Velo da região EMEA da Pirelli comentou a renovação do contrato: "O esporte a motor é historicamente uma parte importante do DNA da nossa empresa e a parceria da Pirelli e com o Campeonato Mundial de Superbike da FIM representa, sem dúvida, uma das colaborações de maior longevidade e sucesso na história. Essa renovação oferece continuidade à nossa estratégia corporativa, que nos últimos anos, permitiu a Pirelli se estabelecer como referência absoluta no segmento de competições. Com este acordo, a Pirelli também reafirma sua confiança na Dorna, organizadora e promotora do evento, garantindo que, juntos, possamos continuar a oferecer e desenvolver um Campeonato Mundial que atenderá aos pilotos, equipes e, é claro, aos fabricantes de motocicletas que, como a Pirelli, continuarão a reconhecer, no campeonato, uma excelente plataforma para desenvolver e promover seus produtos."

Marc Saurina, diretor executivo da área comercial, marketing e mídia descreve: "Ter a Pirelli conosco até 2023 é uma notícia excelente para o campeonato. Atingir o marco de ter fornecedor de pneus exclusivo mais longevo do mundo mostra realmente que esse é um relacionamento forte e sólido. 2023 marcará a 20ª temporada desta parceria de sucesso. Fornecer para todo o paddock do WorldSBK os pneus Pirelli e continuar vendo o desenvolvimento na vanguarda da tecnologia de pneus é realmente algo que eu e todos nós damos as boas-vindas. Estou ansioso pelo nosso futuro juntos". 

Iniciada em 2004 e inicialmente projetada para conter os custos gerais da execução do campeonato, a parceria técnica estabelecida entre a Pirelli, a Federação, promotor, equipes e pilotos representou o primeiro exemplo de pneu exclusivo na história das principais competições de corrida. Agora, depois de quase vinte anos, provou ser uma escolha vencedora seguida por outros campeonatos de duas e quatro rodas, porque oferece a todos os pilotos e equipes as mesmas oportunidades de competir pela vitória, com um suprimento de pneus justo e idêntico para todos.

Desde o início de seu envolvimento no Campeonato Mundial, a Pirelli não se restringiu a desempenhar o mero papel de fornecedor único de pneus, mas tem sido um parceiro ativo do campeonato, contribuindo para a identidade e peculiaridades que sempre o distinguiram de outras competições de motos, aplicando também aos pneus a filosofia de 'produção' de motos de série. Portanto, a Pirelli opta por não fornecer soluções de protótipo ao campeonato, mas por pneus que podem ser comprados no mercado. E, mantendo-se fiel a essa filosofia, a empresa de pneus de Milão continuou inovando tecnologicamente e ditando a nova geração de pneus de corrida usados ​​em todo o mundo. Em 2013, pela primeira vez na história, a Pirelli abandonou os pneus de 16,5 polegadas a favor dos novos de 17", uma medida comumente utilizada por motociclistas de rua. Em 2018, o início de um desenvolvimento destinado a reescrever os parâmetros do mundo dos pneus para competição: amudança para medidas maiores, com a dianteira usando 125/70 e a traseira 200/65, que a partir do próximo ano se tornará a medida padrão do WorldSBK. 

Além disso, a escolha da Pirelli, que sempre ditou tendências, em fazer com que o WorldSSP, o WorldSSP300 e a nova Copa da Europa Yamaha R3 bLU cRU utilizem pneus slicks é o resultado da estratégia da marca para responder às mudanças do mercado. E, ainda, é uma resposta à evolução do desempenho das modernas máquinas de supersport de média e pequena cilindrada.

O objetivo da Pirelli é envolver gradualmente os campeonatos nacionais em que participa, oferecendo o mesmo produto que será usado nos campeonatos mundiais. De fato, as soluções slicks não são capazes apenas de garantir um melhor desempenho do que os pneus com ranhuras, permitindo que os motociclistas explorem todo o potencial de suas máquinas e também se tornem uma nova referência para todos os motociclistas e pilotos amadores que gostam de usar sua própria motocicleta na pista, participando de track days.

No WorldSBK, todos os pneus estarão nas medidas 200/65 na traseira e 125/70 na dianteira, e, de acordo com as regras, as motociclistas poderão usar, no máximo, 11 pneus dianteiros e 13 traseiros para cobrir todo o fim de semana de competição.

No WorldSSP, além da transição dos pneus com ranhuras para os slicks, os pilotos poderão contar com uma nova medida no composto traseiro de 190/60. Esta evolução seguiu a dos modelos de competição, maiores que os 180/60 usados ​​até agora e que o 180/55 comumente usados nas motos de rua. Em termos de quantidades, eles poderão usar no máximo oito pneus dianteiros e nove traseiros, durante o fim de semana. Além disso, em todas as corridas, sempre haverá duas alternativas para a dianteira, os modelos SC1 e SC2, e duas para a traseira, os modelos SC0 e SC1, mesmo que a Pirelli se reserve ao direito de substituir uma solução padrão por uma solução de desenvolvimento durante a temporada.

No WorldSSP300, com a transição para slicks, as quantidades disponíveis para os pilotos não serão afetadas: três para dianteira e três para a traseira. Os compostos também permanecerão com as medidas inalteradas: 110/70 no composto SC1 na frente e 140/70 no composto SC1 ou SC2 (de acordo com o circuito) na parte traseira.

Por fim, recebendo os inúmeros pedidos de clientes, pilotos e promotores de campeonatos em todo o mundo - como o CIV (Campeonato Italiano de Velocidade), no qual os pilotos já tiveram a oportunidade de testá-lo, a Pirelli decidiu que a solução traseira do SCX, introduzido este ano apenas no Campeonato Mundial de Superbike da MOTUL FIM como uma opção extra macia de pré-qualificação para ser usada durante o Superpole®, mas também utilizável para as corridas, passará a fazer parte da linha DIABLO™ Superbike e estará, portanto, disponível para todos os campeonatos, pilotos profissionais e amadores que desejam usá-lo.

"Eu acompanho este campeonato pela Pirelli desde o início de nossa aventura como fornecedor de pneus únicos para todas as classes", disse Giorgio Barbier, diretor de motorsport de motocicletas da Pirelli, "Estou satisfeito com essa renovação porque nos permitirá continuar trabalhando para oferecer aos pilotos, assim como a todos os motociclistas do mundo, o melhor desempenho possível nos pneus de corrida de motocicletas. A partir do próximo ano, com a troca de pneus slicks para todas as categorias, veremos melhoras significantes de performance. Em particular, o WorldSSP certamente se beneficiará de alterações no perfil frontal, com compostos e estrutura novos, enquanto a nova medida traseira 190/60 trará a classe para o desempenho das Superbikes de alguns anos atrás. O uso de pneus slicks ajudará a não provocar o desgaste do pneu em sessões matinais historicamente mais frias, graças também ao desenvolvimento de um composto traseiro SC2 dedicado que será alterado com o SC1."

A extensão do contrato no papel de fornecedor de pneus únicos para o Campeonato Mundial de Superbike MOTUL FIM é parte integrante do compromisso e do envolvimento da Pirelli no mundo das corridas. A Pirelli é fornecedora exclusiva de pneus do Campeonato Mundial de Fórmula 1 da FIA® desde 2010 e está historicamente envolvida no Campeonato Mundial de Rally, no Campeonato Mundial de Motocross da FIM, no Campeonato Mundial de Endurance da FIM e em todas as competições de motor de quatro e duas rodas mais prestigiadas, além de em vários campeonatos nacionais. Entre as motos, para citar apenas algumas, estão o Campeonato Britânico de Superbike, CIV (Campeonato Italiano), Superbike IDM (Campeonato Nacional Alemão), FSBK (Campeonato Nacional Francês) e o Campeonato Brasileiro de Superbike.

Seguro DPVAT lança aplicativo

Ligações, mensagens, selfies, redes sociais
. Os smartphones estão presentes no dia a dia de muitos brasileiros com a importante tarefa de facilitar a comunicação. Porém, a utilização em determinados momentos pode trazer riscos.

Um deles é o uso ao pilotar ou dirigir, conduta que impacta as estatísticas de acidentes de trânsito e já é considerada a oitava maior causa de mortes no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Para contribuir com a mudança deste cenário, a Seguradora Líder lança, nesta semana, o aplicativo Modo Trânsito DPVAT, uma nova tecnologia que bloqueia o recebimento de ligações e mensagens enquanto o usuário dirige e envia recados automáticos às pessoas que fizerem contato. O download é gratuito e está disponível apenas para Android. Em breve, a versão para iOS será lançada.

Com a nova plataforma digital, ao receber uma ligação ou mensagem, o aparelho envia, automaticamente, uma resposta. Se a tentativa de contato foi realizada por mensagem de texto ou ligação, o aplicativo retornará com um SMS. Caso seja feita por WhatsApp, o app enviará uma mensagem automática pelo mesmo canal. A ferramenta conta com algumas opções de textos já prontos, como: "Estou dirigindo. Para garantir a minha segurança e de todos, respondo em breve". Mas o motorista também pode personalizar as mensagens para contatos específicos e grupos de contatos, além de compartilhar automaticamente sua localização no momento do envio do alerta.

Para utilizar a ferramenta, é necessário fazer o download no Google Play e efetuar o cadastro com um e-mail de login e criação de uma senha. Também é possível acessar por meio da conta do Facebook ou Google. O próximo passo é configurar as respostas para os contatos do celular ou selecionar uma mensagem automática, assim como escolher as pessoas que receberão os recados. Na sequência, basta clicar em "Ativar" ao iniciar a viagem no veículo. Ao chegar ao destino, o motorista pode desativar o "Modo Trânsito" para que o celular volte a receber ligações e mensagens normalmente.

O aplicativo Modo Trânsito DPVAT ainda disponibiliza o link da landing page do Seguro DPVAT, na qual o usuário pode acessar mais informações sobre o benefício: estamosaquiparavoce.com.br/sobre-o-seguro-dpvat/.

O superintendente de Operações da Seguradora Líder, Arthur Froes, explica que o lançamento do aplicativo é mais uma iniciativa da companhia para contribuir com a diminuição das estatísticas de acidentes no país, que, segundo dados de 2018 da OMS, é o quinto com mais vítimas fatais no trânsito. Ainda de acordo com o levantamento, a cada 24 segundos, uma pessoa morre durante o tráfego de veículos. De janeiro a junho deste ano, já foram pagas mais de 155 mil indenizações a vítimas de ocorrências em todo o Brasil pelo Seguro DPVAT.

"O uso do celular ao volante vem se tornando um hábito entre os motoristas, alcançando a terceira posição no ranking de principais causas de acidentes fatais no Brasil, segundo dados da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet). Além disso, apenas no primeiro semestre deste ano, o Seguro DPVAT pagou mais de 18 mil indenizações por mortes no trânsito. Com o Modo Trânsito DPVAT, portanto, a Seguradora Líder busca auxiliar os condutores a manterem o foco exclusivamente na direção, evitando distrações com o telefone e, consequentemente, diminuindo as ocorrências durante o tráfego de veículos", afirma Arthur Froes.

Baixe gratuitamente o aplicativo Modo Trânsito DPVAT aqui.

MATÉRIA DA CAPA: Uma trail cheia de personalidade

Desde o primeiro momento em que a vi, a Royal Enfield Himalayan, uma moto concebida nas majestosas montanhas do Himalaia, ganhou o meu coração. Uma trail de média cilindrada com um visual clássico? Uau!
 

Foi com essa mesma empolgação que fui buscar a motocicleta em São Paulo para nosso teste de 1 semana. Como moro no interior, no dia da retirada eu já pude testar em várias condições. Tenho 1,70m de altura e ao subir na moto, com seus 800mm de altura do assento, consegui fixar os pés no chão sem maiores dificuldades, ponto positivo para realizar pequenas manobras, principalmente no off-road onde eventualmente você precisa de um apoio com as pernas.

Com ela não tem frescura, sem ajuda de nenhum tipo de eletrônica ela é vigorosa na tocada, a faixa de giro do motor somado com o ronco que ecoa do escapamento me lembra bastante uma moto off-road. Por falar nisso, seu coração é um propulsor monocilíndrico de 411 cilindradas com potência máxima de 24.5 cv a 6500RPM e 3,4 kgfm entre 4.000 e 4.500 RPM. No trânsito de São Paulo eu consegui me virar muito bem com ela, passando por corredores sem dificuldades, a altura do guidão é suficiente para ficar por cima dos retrovisores e eu particularmente achei ela leve.

A caixa de câmbio de 5 velocidades tem engates suaves, principalmente em altas rotações. O torque não é dos melhores em baixa, mas não é nada para se reclamar, em médias e altas rotações ela se comporta muito bem e entrega uma potência mais do que suficiente para o dia a dia e até para o uso rodoviário.
 

Ao sair da marginal, segui as placas e fui sentido Sorocaba pela Castello Branco, limite da via é de 120km/h e foi nessa velocidade de cruzeiro que me mantive. Sem incômodo com vento e feliz da vida seguia rumo a Cabreúva. Não gosto de ficar "dando final” em motos, por isso essa informação não irei poder lhe dizer, o que posso lhe afirmar é que ao entrar na estrada que liga Santana de Parnaíba até Cabreúva, foram muitos quilômetros com curvas e mais curvas, no começo achei estranho, mas logo acostumei.

Chegando em Cabreúva, peguei um acesso para Indaiatuba-SP
por uma estrada de terra e foi onde eu pude me divertir com ela. A altura do guidão elevada te deixa confortável para pilotar de pé. Possui rodas raiadas que reforçam ainda mais o aspecto offroad, com diâmetro de 21” na dianteira e 17” na traseira, absorve bem as imperfeições do solo com a ajuda dos 200mm de curso de suspensão dianteira.

Na traseira conta com suspensão monoamortecida com link, 180mm de curso. Os pneus são de uso misto, o que passou mais confiança pra eu poder entrar em curvas e sair acelerando, dando aquelas escapadinhas que todo mundo gosta. Os freios possuem sistema ABS, que infelizmente não tem a opção de desligar, mas que se mostraram bastante eficientes, inclusive na terra, onde precisei de uma frenagem mais forte diversas vezes e em nenhum momento tive o travamento das rodas.
 

Cheguei em casa perto do anoitecer, com a alma renovada e feliz por tê-la na garagem por uma semana. No restante dos dias, usei basicamente para fazer tarefas dentro da cidade, excelente agilidade e muita exclusividade, não se vê motos como ela todo dia.

Com um tanque de 15L, o consumo vai variar bastante da mão do condutor, mas pode chegar até os 30km/l. Apesar da marca ainda não possuir uma rede de concessionárias grande no país, a manutenção da moto não é um problema, conta com uma mecânica descomplicada, com troca de óleo a cada 10 mil km.  

No site da Royal Enfield SP, o preço publicado é de R$19.390,00, na minha opinião é bem atraente, tendo em vista que no mercado, hoje, você tem próximo dela a Lander 250 , XRE 300 e Versys 300X, tudo vai depender do seu gosto. 

Nova NXR 160 Bros 2020

A Honda apresenta a linha 2020 do modelo NXR 160 Bros ESDD que chega ao mercado com em três opções de cores:
vermelho, preto e azul, com linhas atualizadas que trazem ainda mais personalidade e estilo único ao modelo. Com previsão de chegada aos mais de 1.100 pontos de vendas da marca até o final de novembro, o modelo tem preço público sugerido de R$ 12.860,00. 
 

 


Qualidade reconhecida 
O nome Bros está associado a modelos robustos e práticos há quase duas décadas. Na versão 2020 da NXR 160 Bros ESDD, às conhecidas qualidades foram acrescidos nova cor opções de grafismos. 

A lista dos motivos que fazem da Honda NXR 160 Bros um grande sucesso é extensa. Entre os principais está a economia de combustível e o baixo custo de manutenção, fatores que tornam o modelo uma opção de transporte racional. 

O conforto é um dos outros destaques do modelo, qualidade que vem do ajuste de suas suspensões -- dianteira telescópica e traseira monoamortecida --, apurado estudo ergonômico, do assento de dois níveis e do largo guidão. 

O design é outro forte elemento de atratividade, com linhas ágeis, angulosas e cores que ressaltam a dinamicidade da porta de entrada das trail Honda. Por qualquer ângulo que seja vista, a NXR 160 Bros entrega modernidade e porte robusto, adequado para um modelo projetado para encarar condições de uso mistas. 

Aliás, a capacidade de rodar em estradas ruins está no alto da lista dos talentos da NXR 160 Bros ESDD. Menos de 20% da malha viária brasileira não tem pavimentação, desta forma pneus de uso misto Pirelli MT 60 calçados em robustas rodas -- dianteira aro 19 polegadas e 17 polegadas --, suspensões de longo curso e chassi tubular de aço tipo berço semi duplo fazem do modelo escolha particularmente adequada, principalmente fora dos grandes centros urbanos. 

 

 

 


Segurança e tecnologia 
A segurança mereceu cuidado especial na Bros através de um sistema de freios que é referência: equipada com disco na roda dianteira e traseira e o consagrado CBS -- Combined Brake System --, a particularidade deste sistema é distribuir a ação frenante entre ambas rodas (30% para a dianteira, 70% para a traseira) quando o condutor pisa no pedal de freio. À manete direita resta a atuação convencional, apenas no freio dianteiro. 

O CBS é responsável por uma significativa redução nos espaços de frenagem em comparação ao sistema de freios convencional, e é considerado o mais adequado para motociclistas iniciantes, parcela significativa (26%) dos clientes da Bros. Outra qualidade deste tipo de freios é a facilidade de manutenção decorrente de sua simplicidade técnica se comparado a freios com componentes eletrônicos (tipo ABS). 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Ponto alto da tecnologia da NXR 160 Bros é o motor monocilíndrico arrefecido a ar de 4 tempos, com comando único de válvulas no cabeçote (OHC - Overhead Camshaft) que trabalha com balancins roletados. Equipado com partida elétrica e alimentado pelo sistema de injeção de combustível PGM-FI (Programmed Fuel Injection) FlexOne, permite o uso de etanol e gasolina em proporções variadas. Com exatos 162,7 cm3, tem potência máxima de 14,7 cv com etanol (14,5 cv com gasolina), a 8.500 rpm. O torque máximo é de 1,60 kgf.m com etanol (1,46 kgf.m com gasolina), a 5.500 rpm. O câmbio tem cinco velocidades, com relações de marcha que exploram adequadamente as características do motor. 


Completa o pacote tecnológico da NXR 160 Bros o painel de instrumentos "blackout” digital, o bagageiro com grandes alças laterais e o farol de policarbonato com refletor multifocal, envolto por carenagem. 

A Honda NXR 160 Bros ESDD 2020 será oferecida em três opções de cores: vermelho, preto e azul, além de 3 anos de garantia, sem limite de quilometragem, mais sete trocas de óleo gratuitas, o modelo chegará ao mercado em novembro de 2019, com preço público sugerido de R$ 12.860,00, valor base no Estado de São Paulo, sem despesas de frete e seguro.

Quando a viagem foge do planejado

Viajar de moto pela América certamente é um sonho para muitos, sonho esse em que os catarinenses Claudinei Batista e Rodolfo de Medeiros estão vivendo, mas nem tudo são flores, em meio a uma viagem por 14 países nas Américas, os amigos encontraram muitas dificuldades na passagem pelo Equador, que se encontrava em um momento político tenso no país.

A travessia pelo território que deveria durar três dias, acabou se estendendo por sete, enfrentando muitas dificuldades de logística por conta de todos os protestos.

A primeira parada foi a cidade de Nueva Loja, onde já começava o "caos”. Depois de ficarem "presos” em um ponto da fronteira, conseguiram chegar a cidade só de madrugada, por um caminho alternativo guiados por um morador da região.



Foram dois dias tentando seguir viagem, mas havia barreiras em todos os acessos. "Perdemos uma manhã inteira e, indo e voltando, andamos 80 quilômetros à toa”, explica Claudinei. Uma das tentativas de sair da cidade foi de madrugada, e foi onde encontraram o primeiro grupo armado. Depois de perceberem que eram brasileiros, ficaram mais calmos, mas ainda assim pediram propina e só deixaram passar depois que pagaram, cerca de R$20,00.

Logo depois, encontraram outra barreira que impossibilitava continuar, e a única opção foi voltar para o hotel, em Nueva Loja. Já no quarto dia, foram avisados de uma trilha aberta até uma cidade vizinha, mas isso envolvia duas pontes bloqueadas e a única forma de passar era através de pequenas canoas. 

"Nossas roupas são pesadas, e ainda tinha o peso das motos também. E o rio era muito fundo. Se a canoa virasse não ia ter jeito”. Conta Claudinei, que para ele, foi um dos momentos mais tensos de toda a viagem.

A partir daí, passaram por muitos vilarejos pequenos onde a população indígena era muito pobre. "Era um pessoal muito carente, uma pobreza fora do comum, e as famílias criavam barreiras. Botavam árvore atravessada e faziam um caminho e cobravam pedágio. Botavam filhos, mulher, família toda com lança na beira da estrada. Se não pagava não passava. Imagina em um quilômetro ter 10 casas, então tinha dez barreiras, com dez pedágios. Às vezes de uma barreira na outra não dava nem cem metros”, lembra. 

Apesar de tudo, nesse dia Claudinei e Rodolfo conseguiram rodar 250 quilômetros entre Joya de los Sachas e Puerto Napo. Outra barreira foi encontrada, mas dessa vez não deixavam passar ninguém por hipótese alguma. "Era no meio do nada, não tinha estrutura nenhuma, então ficamos dois dias praticamente sem comer. Não conseguíamos ir nem voltar. Sorte foi que tinha uma barraca, uma cabaninha que um morador já tinha aligado para outro cara que também estava preso ali. Dividimos em três e passamos a noite ali mesmo”, conta.

No dia seguinte os manifestantes liberaram a passagem por 30 minutos, o que foi suficiente para os brasileiros continuarem sua viagem. Pelo caminho encontraram novos bloqueios e muitas famílias indígenas cobrando seus pedágios, para piorar, tinha muitas pedras. "Tinha pedras demais. Tanto que eu acabei cortando o pneu da moto. Tinha um kit de reparo, mas o corte era meio grande e consumiu todos os reparos que eu tinha”, relata Claudinei. "E pneu novo, só em Quito, onde já estava um caos”. A viagem continuou mesmo assim. "Mas a cada 10 quilômetros o reparo saltava, tinha que parar e arrumar de novo”, complementa. 

Chegando a Tumbaco, na periferia de Quito, a situação se agravou. "Tinha exército na rua, arrastão, as lojas todas fechadas. Parei numa ruazinha e uma senhora disse que iam roubar e quebrar as motos. Mas não tinha mais como andar com o pneu vazio. Foi um pesadelo. Era um cenário de guerra”, explica.

Especialmente nesse dia, o governo decretou um toque de recolher às 15 horas, e a dupla de amigos já tinham chego em um hotel. Claudinei conseguiu buscar um novo pneu graças a seus contatos com motoclubes, que pela internet conseguiu se comunicar com um motociclista em Quito.

Após passar um dia inteiro ainda no hotel, pela noite acompanharam pela TV o anúncio de que o presidente havia cedido às reinvindicações e revogado o decreto sobre o aumento dos combustíveis, o que garantia o fim dos protestos. "Então na segunda-feira, às 6 horas da manhã, saímos do hotel e atravessamos o país diretaço, sem parar para nada, com medo que o caos voltasse”, conta Claudinei.

Apesar de todos os medos e imprevistos envolvendo dinheiro e tempo, a dupla ainda vai passar por Bolívia, Chile e Argentina, até chegar em Imbituba-SC.

"Acho que um dia voltaremos para lá. O país é bonito”, Diz Claudinei sobre o Equador, que lamenta que o local foi o único onde não conseguiram fazer turismo. 

SBK Brasil fecha 7ª etapa em Goiânia

O SuperBike Brasil encerrou a 7ª etapa da temporada 2019. Neste domingo (20), novamente diante de muito calor, o maior campeonato de motovelocidade das Américas fechou as atividades em Goiânia com oito corridas, que garantiram emoção e levantaram o público presente no Autódromo Internacional Ayrton Senna.

Assim como nos dois primeiros dias da etapa, o destaque ficou para Eric Granado. Praticamente impecável durante o fim de semana, o #51 da Honda Racing Brasil vem retomando a boa forma depois de lesionar o ombro e deu um verdadeiro show na capital goiana.

Diante de rodada dupla inédita em 2019, Granado impôs um ritmo forte, não deu chances aos adversários e venceu com folga as duas baterias. O cenário foi tão semelhante nas duas provas, que o piloto deu show: empinou sua moto ao cruzar a linha de chegada em ambas, arrancando gritos de euforia do público da arquibancada nas oportunidades.

Quem também merece destaque é Alex Barros (#4) e Pedro Sampaio (#28). Distantes de Granado, a dupla promoveu a melhor briga por posição da categoria principal nas duas corridas. Na primeira, Sampaio levou a melhor; na segunda, forçando ao máximo para ultrapassar Barros, acabou errando. O experiente piloto de 49, então, ficou com o segundo lugar.

Agora, Eric Granado lidera a classificação geral com 156 pontos, sendo perseguido por Alex Barros (136 pontos) e Pedro Sampaio (90).

Na SuperBike Extreme, a disputa segue acirrada. Julio Fortunato (#56) venceu na primeira bateria, enquanto o atual campeão da categoria, Rodrigo Dazzi (#146), trinfou na segunda.

Bortolini faz dobradinha entre motos 1000cc

No outro grid de motos 1000cc, Márcio Bortolini (#37) teve um domingo inesquecível: fez dobradinha na categoria Evo 1000cc com um ritmo acima dos demais. Na SBK Evolution, Marcelo Skaf (#177) venceu a primeira. Bruno Corano (#34), quarto lugar na segunda bateria da principal, ficou com o primeiro lugar da categoria na segunda sessão.

Osvaldo "Duende" (#515) venceu a segunda corrida da SuperStock. Na SBK Light, vitória de Victor Villaverde (#42). Cris Nogueira (#26), por sua vez, venceu a segunda bateria da Evo Master e Nelson "Mágico" (#45) fez dobradinha na SBK Master.

Rodada dupla também para as 600cc

No grid das 600cc, duas dobradinhas movimentaram o domingo. Matheus Barbosa (#260), da Kawasaki, que corria em casa, venceu as duas provas do fim de semana e reassumiu a liderança da SuperSport.

Quem também acelera forte no grid é Pedro Valiente (#25), que faturou nova vitória na SuperSport Extreme. Mauricio Marques (#63) venceu a segunda bateria da Stock 600cc, e Olimpio Filho (#12) garantiu o primeiro lugar na SuperSport Master.

Corrida da Yamalube R3 Cup tem chegada inesquecível
A corrida da Yamalube R3 Cup na 7ª etapa concorre como uma das mais emocionantes da temporada. Vencida por Emiliano Lancioni (#125), a prova teve quatro pilotos cruzando a linha de chegada praticamente ao mesmo tempo.
Do argentino, vencedor, a Enzo Valentim (#39), quarto colocado, foram apenas 0s24 de diferença. Humberto Turquinho (#12) e Yeray Ruiz (#72) foram os outros dois pilotos que compuseram a cena de levantar a todos.

 

Na Copa Honda CBR 500R, Christian Cerciari demonstrou categoria para segurar seus rivais e vencer de ponta a ponta. Mais rápido nos treinos de sábado, o #20 largou na frente, acelerou forte e controlou a pressão de Fábio Florian (#88) e Raphael Ramos (#90), que o perseguiram até o fim.
Pedro Balla (#10) acelerou forte no começo da manhã e venceu pela Honda Junior Cup. Impondo um bom ritmo, o #10 não deu chances aos adversários e cruzou a linha de chegada em primeiro. Ele volta a comemorar uma vitória após duas provas de jejum: não ganhava uma prova desde a quarta etapa, realizada também na capital de Goiás.
Por fim, a Categoria Escola fechou as atividades no autódromo, que será palco do SuperBike Brasil novamente apenas em 2020. Luiz Bertoli (#33) dominou na SuperBike Escola e venceu, enquanto Raphael Motta (#65) confirmou o favoritismo e faturou mais um primeiro lugar na SuperSport Escola.

Confira os resultados deste domingo por categoria:

SUPERBIKE (1ª CORRIDA)
1)51-Eric Granado
2)28-Pedro Sampaio
3)4-Alex Barros

SUPERBIKE (2ª CORRIDA)
1)51-Eric Granado
2)4-Alex Barros
3)28-Pedro Sampaio
4)34-Bruno Corano

SUPERBIKE EXTREME (1ª CORRIDA)
1)56-Julio Fortunato
2)23-Diego Viveiros
3)146-Rodrigo Dazzi

SUPERBIKE EXTREME (2ª CORRIDA)
1)146-Rodrigo Dazzi
2)23-Diego Viveiros
3)56-Julio Fortunato
4)832-Mauriti Junior

EVO 1000CC (1ª CORRIDA)
1)37-Marcio Bortolini
2)81-Rodrigo Cabecinha
3)93-André Veríssimo
4)74-Sérgio Prates

EVO 1000CC (2ª CORRIDA)
1)37-Marcio Bortolini
2)93-André Veríssimo
3)74-Sergio Prates

SBK EVOLUTION (1ª CORRIDA)
1)177-Marcelo Skaf
2)34-Bruno Corano

SBK EVOLUTION (2ª CORRIDA)
1)34-Bruno Corano
2)177-Marcelo Skaf (não completou)

SUPERSTOCK (2ª CORRIDA)
1)515-Osvaldo "Duende"
2)18-Guto Figueiredo
3)49-Diogo Correa
4)78-Magno Menino de Ouro

SBK LIGHT (2ª CORRIDA)
1)42-Victor Villaverde
2)90-Murilo Tom
3)209-Marcelo Marques
4)12-Ramon Cruz
5)10-Danilo Costa

EVO MASTER (2ª CORRIDA)
1)26-Cristiano Nogueira
2)9-Marcos Ramalho

SBK MASTER (2ª CORRIDA)
1)45-Nelson Mágico
2)86-Edson Errera
3)199-Edu Aceto

SUPERSPORT (2ª CORRIDA1)
1)260-Matheus Barbosa
2)120-Mauro Passarino
3)53-Leo Tamburro
4)199-Arthur Costa

SUPERSPORT EXTREME (2ª CORRIDA)
1)25-Pedro Valiente
2)231-Eduardo Marques
3)85-Gustavo da Silveira "Gão"
4)71-Welber J. Barros
5)13-Luiz Ferraz

SUPERSPORT MASTER (2ª CORRIDA)
1)12-Olímpio Filho

STOCK 600CC (2ª CORRIDA)
1)63-Maurício Marques
2)970-Geverson Paz
3)207-Daniel Mos

YAMALUBE R3 CUP
1)125-Emiliano Lancion
2)12-Humberto Turquinho (R3 Stock)
3)72-Yeray Ruiz
4)39-Enzo Valentim
5)26-Kevin Fontainha

COPA HONDA CBR 500R
1)20- Christian Cerciari
2)88-Fábio Fábio Florian
3)90-Raphael Ramos
4)91-Luiz Henrique Luizinho
5)711-Mario Nicoli

HONDA JUNIOR CUP
1)10-Pedro Balla
2)64-Saulinho Filho
3)14-João Teixeira
4)69-Raul Cerciari
5)7-Cauã Rodrigues

SUPERBIKE ESCOLA
1)33-Luiz Bertoli
2)25-Fábio Queiroz
3)121-Wesley Lima
4)151-Marcelino Zambuzi Kiko
5)159-Pedro H. Santos

SUPERSPORT ESCOLA
1)65-Raphael Motta
2)598-Vitor Simões
3)198-Gustavo Turner
4)45-Antônio Bacereido
5)10-Luã Gabriel

 
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